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Investimentos

Últimas Notícias: ONE Sotheby’s International Realty Adquire a Duek Realty

A maior corretora de imóveis da Flórida continua sua rápida expansão com a aquisição da equipe internacional de especialistas da Duek Realty.

MIAMI, FL (18 de fevereiro de 2020) – A ONE Sotheby’s International Realty, a principal corretora de imóveis da Flórida, anuncia a aquisição da empresa imobiliária de luxo Duek Realty. Esta aquisição marca a segunda fusão realizada pela empresa nos últimos três meses e solidifica a posição da ONE Sotheby como a principal fonte de imóveis de luxo na costa leste da Flórida. Propriedade de André Duek e Carolina Lara, a Duek Realty integrará as operações da ONE Sotheby’s International Realty a partir desta data.

“Estamos empolgados em receber André, Carolina e a equipe Duek Realty em nossa família”, disse Daniel de la Vega, presidente da ONE Sotheby’s International Realty. “Miami é conhecida por atrair compradores internacionais, e trazer a Duek Realty – uma empresa que demonstrou excelência e ampla experiência com clientes estrangeiros – é uma adição significativa à nossa diversificada e crescente equipe de agentes”.

Como parte da agressiva estratégia de crescimento da ONE Sotheby’s International Realty, e com o objetivo de atrair talentos e líderes do setor, a empresa integrará a equipe de 16 agentes da Duek Realty aos mais de 900 profissionais atuantes na Flórida. A adição é a sétima aquisição da empresa nos últimos dois anos eleva o número total de escritórios da corretora para 18 localidades no sul e no centro da Flórida.

“Quando fundamos nossa empresa, nosso objetivo era ser a melhor empresa imobiliária boutique de Miami”, disse André Duek, CEO e fundador, com mais de 30 anos de experiência em negócios. “Depois de expandir nossa empresa e superar nossos objetivos, estávamos prontos para impulsionar nossos negócios para o próximo nível. A ONE Sotheby’s International Realty é uma marca poderosa, e sua rede global, além de sua reputação excepcional, permitirá que continuemos a expandir enquanto fornecemos à nossos clientes o mais alto nível de serviço “.

Fundada em 2012, a Duek Realty rapidamente se tornou um forte ponto de referência para compradores internacionais, especificamente no Brasil, que procuram adquirir imóveis na Flórida. Com uma média de 200 propriedades vendidas por ano e quase 1.500 transações, a Duek Realty se juntará ao escritório de Aventura e Boca Raton sob sua nova marca, DUEK LARA Group, pela ONE Sotheby’s International Realty.

“Desde que a Duek Realty foi fundada, nosso objetivo era estar constantemente preparados com informações, serviços e conhecimentos para auxiliar nossos clientes e agentes”, disse Carolina Lara, corretora e co-proprietária da Duek Realty. “Sempre admiramos a cultura e os padrões da ONE Sotheby’s International Realty e estamos ansiosos por trazer sua tecnologia inovadora e vasta exposição global à nossa equipe e aos nossos clientes.”

A ONE Sotheby’s continua sendo a principal corretora de imóveis e referência da Flórida para compradores e vendedores de luxo na Costa Leste. Em novembro passado, a ONE Sotheby’s adquiriu a Treasure Coast Sotheby’s International Realty, marcando a entrada da empresa no mercado da Flórida Central. Este ano, espera-se que a principal corretora de luxo continue a se expandir.

Sobre a Duek Realty

Fundada em 2012, a Duek Realty se tornou um dos pontos de referência para os compradores internacionais que procuram adquirir propriedades e investir em negócios na Flórida. O sobrenome e a marca Duek, representam mais do que um negócio, a família constituiu nesses mais de 40 anos no mercado, o reconhecimento no mundo dos negócios pela confiabilidade, fidelidade, transparência e histórico irretocável.

A Duek orgulha-se da qualidade na prestação dos seus serviços e resultados surpreendentes, garantindo que o atendimento premium e a busca da satisfação de seus clientes são as suas marcas registradas. O Objetivo principal é oferecer um serviço estilo boutique, personalizando o atendimento para cada cliente. Desde o início da assessoria imobiliária até o pós venda, a Duek Realty tem o dever de prestar um serviço excepcional e focado na excelência em cada caso. Para isto o cliente faz a opção por trabalhar com os especialistas mais experientes desta indústria, assegurando sempre que a sua equipe possua os agentes mais bem treinados e preparados na sua área de atuação.

O compromisso com todos os clientes não se limita com a conclusão da compra ou da venda do imóvel, mas sim no bem estar e na certeza de um negócio bem realizado. Será um prazer ser a sua equipe de profissionais que buscam um relacionamento de longo prazo através da sua competência e satisfação de todos.

Sobre a ONE Sotheby’s International Realty

A ONE Sotheby’s International Realty é a principal fonte de oportunidades de imóveis e desenvolvimento de luxo na Flórida, com 18 escritórios que abrangem desde Miami e Key Biscayne até Vero Beach e Melbourne. Desde a sua criação em 2008, a ONE Sotheby’s International Realty recrutou mais de 900 dos agentes mais apaixonados e bem conectados do mundo. Por mais de 250 anos, o nome da Sotheby’s exemplifica a promessa de uma vida bem vivida, e a afiliação direta da ONE Sotheby’s International Realty à Sotheby’s e à Sotheby’s International Realty oferece à empresa um alcance global incomparável – um atributo que os vendedores colhem todos os benefícios de suas unidades recebem exposição privilegiada a uma rede de mais de 22.700 associados em mais de 72 países e territórios com mais de 1.000 escritórios.

Além de sua divisão de corretagem de luxo, a empresa também possui uma divisão de vendas de imóveis na planta e em construção e representa alguns dos empreendimentos de maior sucesso e prestígio da Flórida, com um estoque total de mais de US $ 3,1 bilhões. Oferecendo profissionais comprometidos, apoiados por uma marca global com uma herança de qualidade, valor e confiança insuperáveis, a ONE Sotheby’s International Realty se dedica a dar a vidas extraordinárias um lar para prosperar.

Para obter mais informações sobre o mercado da Flórida Central e do Sul ou sobre o trabalho com a ONE Sotheby’s International Realty, visite www.onesothebysrealty.com.

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Número de empresas brasileiras nos EUA e remessas do exterior aumentam

Segundo levantamento do IBGE, mais empresas estão sendo abertas fora do país, enquanto muitas estão fechando as portas no Brasil. Já nos EUA, 59% de pequenas empresas estão satisfeitas com a saúde econômica do país.

A pouca longevidade de empresas no Brasil está levando microempresários a buscar alternativas no exterior para dar mais tempo de vida aos seus negócios e investimentos. De acordo com dados do IBGE de 2016, 648.474 empresas deram entrada no mercado.

O mesmo estudo mostrou que dentre as empresas sobreviventes em 2016 no Brasil, apenas 38% tinham cinco anos de existência. Ao analisar as empresas que nasceram cinco anos antes do levantamento, ou seja, as 660,9 mil que deram entrada em 2011, o IBGE constatou que: 75,2% sobreviveram até 2012, 64,5% sobreviveram até 2013, 52,5% sobreviveram até 2014, 45,4% sobreviveram até 2015 e 38% sobreviveram até 2016. Ou seja, o levantamento mostrou que uma em cada quatro empresas criadas em 2011 não sobreviveram após o primeiro ano.

Para fugir dessa realidade e em busca de segurança econômica e longevidade para seus negócios empreendedores brasileiros estão cada vez mais ávidos por mercados internacionais. Os EUA são o destino mais escolhido. Com mais de 9 mil micros e pequenos empresários brasileiros, o país norte-americano é o que abriga a maior parte empreendedores brasileiros que emigraram, segundo o Ministério das Relações Exteriores.

Em três anos o número de brasileiros aprovados para morar nos Estados Unidos deu um salto. Em 2018, foram emitidos 4.300 vistos de imigração para cidadãos do Brasil — um aumento de 74% em relação a 2015, quando houve 2.478 vistos concedidos, segundo o Departamento de Estado americano. Muitos destes vistos são concebidos para quem quer investir ou abrir um negócio em território americano.

De acordo com o Ministério das Relações Exteriores, de todos os brasileiros que empreendem fora do país, a maior fatia está nos Estados Unidos, representada por 9 mil empresários.

Uma pesquisa recente divulgada pelo Instituto MetLife e pela Câmara de Comércio dos EUA mostrou que 59% das pequenas empresas pesquisadas acreditam que a economia americana está com boa saúde, seis pontos percentuais acima do trimestre anterior. 58% das empresas lideradas por mulheres também estão expressando otimismo com a economia americana para seguir empreendendo no país. Segundo o Itamaraty, aproximadamente um terço dos brasileiros que vivem nos EUA está na Flórida.

“O cenário para empreender nos EUA nunca foi tão bom para empresários do Brasil. O governo americano oferece inúmeras vantagens que os brasileiros não podem perder. Vale a pena checar as possibilidades”, afirma o especialista em negócios Internacionais, André Duek que reside e atua nos EUA há 7 anos.

Recebimento de remessas do exterior aumenta no Brasil

O Banco Central (BC) registrou que, em agosto último, houve a maior quantia de dinheiro remetido do exterior para o Brasil desde 2010, em comparação com o mesmo mês dos anos anteriores. Foram US$ 290 milhões enviados para território verde e amarelo, com cerca de 25% desse valor referente a dólares oriundos dos EUA, país mais participativo nesse quesito. Em todo o ano, o País já recebeu US$ 1,91 bilhão em transferências pessoais da moeda americana.

Quando o assunto é envio de dinheiro para outros países, os EUA também lideram as opções dos brasileiros. Em 2019, conforme as estatísticas divulgadas pelo BC, dos US$ 1,38 bilhões emitidos para o exterior, US$ 301 milhões foram para contas norte-americanas, o que equivale a quase 22% do total.

Fonte: Mais Influente

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Brasileiros impulsionam empreendimentos nos Estados Unidos da América

Brasil foi o segundo país que mais gerou empregos nos Estados Unidos, atrás apenas do México

Brasileiros que empreendem nos Estados Unidos têm aumentado os investimentos naquele país com ideias inovadoras, aliadas a serviços tecnológicos. De 2008 a 2017, o estoque de investimento estrangeiro de brasileiros nos EUA passou de US$ 9,3 bilhões para US$ 42,8 bilhões, com crescimento de 356%. Os dados são do Mapa Bilateral de Investimentos Brasil/USA 2019. O Brasil foi o segundo país que mais gerou empregos, atrás apenas do México.

O paulistano André Duek, de 46 anos, é um dos empresários que apostaram no mercado estadunidense com um serviço tecnológico. Há mais de sete anos na Flórida, ele abriu uma imobiliária, a Duek Realty, pela qual oferecia serviços de aluguel para amigos e familiares que viajavam a lazer para os EUA. Hoje, os negócios foram ampliados e Duek fundou uma empresa que disponibiliza aluguel de motorhomes, os famosos trailers.

Eu tinha uma empresa da minha família do varejo de moda. Vendemos a companhia em 2008 e comecei a investir nos Estados Unidos na compra de imóveis para ter renda, nada sofisticado. Inicialmente, montei uma boutique imobiliária para auxiliar brasileiros que se hospedam nos EUA”, conta o empresário, que está há 33 anos no mercado nacional e no exterior.

Desde 2018, dez companhias brasileiras abriram capital na Bolsa de Valores americana, a maioria ligada ao ramo tecnológico, como as redes de pagamentos PagSeguro e a empresa de sistemas de educação Arco. Segundo dados do Citi Brasil, nos últimos três anos, companhias nacionais levantaram o valor histórico de US$ 5,3 bilhões no mercado americano.

Especialista em negócios internacionais, Duek recorda que, que quando chegou aos EUA, eram 240 firmas de aluguel de trailers operando e nenhuma brasileira. “Vi que tinha uma oportunidade enorme de prestar um serviço de boutique brasileiro completo (aluguel de imóveis e de motorhomes), e a pessoa ser bem tratada. Tanto que a gente foi a primeira locadora a servir um test drive ao cliente, e com serviço via WhatsApp, para o caso de a pessoa ter alguma dúvida. Foi aí que a nossa empresa começou a crescer”, relata.

Na Duek Motorhome, o empresário elaborou um serviço interativo para avaliação do serviço, antes da contratação.

A gente fez uma parceria com um sistema em que o cliente faz tudo sozinho, entra no motorhome 3D, cria a sua rota, com custos separados de milhagem e limpeza, por exemplo”, explica.

O empresário aconselha que os empreendedores brasileiros busquem alternativas menos convencionais na hora de empreender nos Estados Unidos.

É um país que te impulsiona a empreender. Você está sempre precisando inovar, se não fica atrasado muito fácil. A grande questão aqui é você ser forçado a automatizar as suas tecnologias, porque a operação das companhias têm que ser mais automática”, comenta.

Com mais de 30 anos de experiência em Automação Industrial, o paulista de São Caetano do Sul, Marcelo Miranda, 49 anos, montou a Tech Control Automation, em novembro de 2018, na cidade de Atlanta (EUA), após sondar o mercado estadunidense no ano anterior. Focada na prestação de serviços, a companhia produz células robotizadas (ou sistemas robóticos projetados conforme as necessidades do cliente), aplicações de manipulação (automatizadas no sistema do próprio robô), assim como máquinas de montagem.

Aplicamos tecnologias como robôs industriais, muitos sistemas de visão e automação elétrica, hidráulica e pneumática, sistemas de rastreabilidade e banco de dados do processo produtivo. Eles permitem rastrear e fazer um controle maior, em que possamos subir informação para outros sistemas. Controlamos e coletamos os dados e os disponibilizamos para que possam utilizar essa informação. Desde o aperto de um parafuso ou sistemas que utilizam alta aquisição de força ou vibração já são pensados com os conceitos da indústria 4.0 desde o princípio”, esclarece.

A Indústria 4.0, usada na empresa de Miranda, também é chamada de Quarta Revolução Industrial, muito porque engloba algumas tecnologias para automação, troca de dados, conceitos de sistemas ciber-físicos e Internet das Coisas (conceito tecnológico em que todos os objetos da vida cotidiana estariam conectados à internet).

O empresário vem aprimorando essas técnicas desde que fundou a própria empresa no Brasil, a Accede Automação industrial, criada em 1997 na cidade de São Bernardo do Campo (SP). Com o passar do tempo, Marcelo analisa a diferença de empreender nos EUA.

O que mudou ultimamente, mesmo utilizando as tecnologias comuns, é a abordagem e o foco de um sistema automatizado. A gente tem foco em utilizar equipamentos com muito mais informação, e poder usar e também disponibilizar essas informações”, analisa.

Fonte: Jornal de Brasília

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Câmara dos EUA aprova proposta que permite Brasileiros com cidadania Portuguesa a empreender no pais

O H.R. 565 permitiria que portugueses fossem admitidos nos Estados Unidos como comerciantes ou investidores não-imigrantes (temporários) na classificação de vistos E-1 ou E-2. O mesmo já ocorre com cidadãos com cidadania italiana e de outros países da Europa.

De acordo com uma proposta de legislação aprovada pela Comissão Judiciária da Câmara dos Representantes do congresso norte-americano, brasileiros com cidadania portuguesa têm a chance de poder empreender e residir nos Estados Unidos com o visto E-2. A iniciativa, chamada de “Advancing Mutual Interests and Growing Our Sucess Act” (AMIGOS Act) formaliza a abertura de duas categorias de vistos de negócios para cidadãos portugueses nos EUA.

Atualmente cidadãos de Portugal não contam com essa vantagem nos EUA, que já conferem vistos E-2 para cidadãos de outros países da Europa. Relatório do Departament of Homeland Security — DHS nos EUA mostra que o número de E-2 emitidos pelo Governo aumentou nos últimos anos. Saltou de 36.825 em 2014 para 41.181 em 2018.

Para o especialista em negócios internacionais, André Duek*, que empreende há mais de sete anos nos Estados Unidos, se aprovada, a medida poderá além de conceder residência temporária nos EUA aos brasileiros e também abrir portas no mercado. “Embora não conceda residência permanente — o famoso Green Card — o E-2 é uma excelente forma de começar o caminho imigratório da forma correta nos EUA. É uma forma de conhecer o mercado e poder arriscar em investimentos não tão comuns”, explica.

A categoria de vistos E é voltada para pessoas originalmente de países com os quais os Estados Unidos mantém tratados de comércio e navegação. De acordo com dados do Departamento de Estado americano, espera-se que se aprovada a lei H.R. 565 atraia até 500 investidores com cidadania portuguesa aos EUA. O relatório não considera estrangeiros com cidadania portuguesa e este número pode ser muito maior.

“A economia americana nunca foi tão promissora para negócios estrangeiros. Sem dúvida, sendo a comunidade luso-brasileira uma das maiores do nosso país, se aprovada a medida, muitos empreendedores terão a chance de entrar nos EUA pela porta da frente. Planejamento é fundamental. Esperamos que esta lei seja realmente aprovada”, afirma André Duek.

Os detentores dos vistos E-1 e E-2, e seus cônjuges e filhos, são admitidos nos Estados Unidos por até dois anos. Eles podem prolongar sua estadia indefinidamente se continuarem a atender aos requisitos de elegibilidade. Após aprovação na Comissão Judiciária da Câmara dos Representantes do congresso norte-americano, a proposta seguirá para o Senado e – sem for bem-sucedida – enviada para promulgação do Presidente Donald Trump.

*Atuante há 33 anos no mercado nacional e internacional, André Duek é um empresário com experiência na gestão de grandes empresas no Brasil como as marcas de moda Forum e Triton. Nos EUA há 7 anos, consolidou, entre vários negócios de sucesso, como a Duek Realty que é uma boutique imobiliária especializada em atender estrangeiros e a primeira empresa de locação de motorhomes gerida por brasileiros no país, a Duek Motorhomes. Fora do escopo empresarial, é comentarista de automobilismo na TV, rádio e na maior plataforma de streaming digital de esportes do mundo.

Fonte: ONEVOX PRESS

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Inaugurado o novo hotel Hard Rock em forma de guitarra em Hollywood, Flórida

O primeiro hotel em forma de guitarra do mundo foi inaugurado oficialmente. Com 450 metros de altura, é a nova cara do Seminole Hard Rock Hotel & Casino, em Hollywood, Flórida, uma peça surpreendentemente marcante da arquitetura considerando ou se assemelhando a um instrumento musical gigante. O edifício curvilíneo é parte de uma expansão de US $ 1,5 bilhão no complexo de entretenimento existente que encerrou a construção neste verão. Projetado pelo arquiteto da Hard Rock International, Steve Peck, da empresa Klai Juba Wald Architecture, com sede em Las Vegas, a estrutura sem precedentes levou quase 10 anos para projetar e construir. O hotel de 36 andares é o tipo de marco arquitetônico adequado para a marca Hard Rock; ele ainda apresenta um show de luzes em toda sua fachada de vidro reflexivo.

Criada em conjunto com a DeSimone Consulting Engineers, que liderou a engenharia do projeto, a torre se mistura com o céu escuro à noite. A equipe de design trabalhou com boston iluminação designer DCL e Montreal digital agência Float4 para integrar 16.800 V-sticks (tiras de led dispositivos elétricos de vídeo) na borda da guitarra e as seis cordas verticais que correm pelo seu meio. Todas as noites, o hotel torna-se uma instalação de luz temporária com coreografia interativa definida como música de Float4 e especialistas em LED SACO Technologies.

De acordo com o jornal Miami Herald, seja dia ou noite, a guitarra Hard Rock é a maior atração física na paisagem do sul da Flórida por quilômetros. Isso significa que os hóspedes dentro de seus 638 quartos têm vistas desobstruídas em todas as direções, incluindo a praia de Hollywood e o centro de Miami, graças às suas paredes de vidro do chão ao teto. Os interiores do hotel foram projetados pela Wilson Associates e rockwell Group. Além da estrutura em forma de guitarra, o edifício original do Seminole Hard Rock Hotel foi totalmente renovado e um Anfiteatro para 7.000 lugares foi construído no local. A área existente do resort foi expandida a 55.000 metros quandrados.

FONTE: ArchPaper

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Desemprego de imigrantes diminui nos EUA e brasileiros ganham espaço

Os Estados Unidos vivem sua menor taxa de desocupação em quase 50 anos e os imigrantes estão tirando proveito deste cenário. Em junho deste ano, a economia americana gracco 224 mil empregos, conforme estudo divulgado pelo Bureau of Labor Statistics nos EUA, o que incluiu postos para trabalhadores vindos do exterior, com destaque para brasileiros.

Segundo dados da pesquisa, em 2018 Valmir 28,2 milhões de pessoas nascidas no exterior integrando a força de trabalho dos EUA, o que significa 17,4% do total. Para o especialista em negócios internacionais, André Duek, que reside e investiga o mercado americano há quase 10 anos, esse contexto favorece o desempenho de brasileiros, que, com sua criatividade e perfil empreendedor, têm garantido mais espaço na terra do tio Sam.

“O sucesso de toda grande empresa depende, e muito, da força de trabalho que ela nutre. Em um país continental como os EUA e tão diverso do ponto de vista de imigração, o mercado está se adaptando esta globalização de talentos profissionais. Sem dúvida, o perfil do brasileiro faz sucesso, pois este já chega no mercado americano disposto a soberano o inglês e muitas vezes o espanhol, com um perfil criativo e comunicativo “, pondera Duek.

Empregos ‘ Made in Brasil ‘

Dados do mapa bilateral de investimentos Brasil/USA 2019, desenvolvido pela Apex-Brasil em parceria com o Brasil-US Business Council e Amcham Brasil, divulgado este ano, mostram como uma alta na geração de empregos pelas empresas brasileiras presentes nos EUA. Empreendendo em diferentes setores como, metais, comércio atacadista e instituições financeiras, as afiliadas brasileiras empregaram 74,200 funcionários nos Estados Unidos em 2015 – dado more recente divulgado até agora.

De 2009 a 2015, as empresas brasileiras nos Estados Unidos deste significativamente mais internamente e geraram mais valor agregado nos Estados Unidos em comparação com outras economias, como Índia, China, Rússia e México. O Brasil foi o segundo país que mais gracco empregos, atrás apenas do México. Empresas brasileiras, em 2015, detinham $102.02 bilhões em ativos nos Estados Unidos, o dobro de 2009.

“O recente posicionamento de empresas brasileiras no mercado americano, de forma mais em e perene, garantiu uma longevidade maior às iniciativas. More negócios consolidados, mais vagas de trabalho. É uma matemática exata que favorece a geração de empregos “, pondera André Duek, que auxilia na implementação estratégica de empresas no exterior.

Brasileiros mais escolarizados

De acordo com a pesquisa do Bureau, o percentual de estrangeiros que integrava o mercado de trabalho nos EUA e possuíam um diploma de bacharel ou formação superior foi de 36,9%. Os que detinham diploma de ensino médio registraram 25,1% percentual, muito próximo ao de americanos nativos com diploma e ensino médio de 25,6%.

“A oferta de vistos para profissionais estrangeiros altamente qualificados é uma das lógicas seguidas pelo governo americano para impulsionar o mercado com a utilização de mão de obra profissional vinda de a. Talentos profissionais que não serão desperdiçados pela maior economia do mundo que precisa seguir crescendo “, pondera Duek.

Outro detalhe mostrado pelo estudo é que homens estrangeiros representaram 77,9% da mão de obra, enquanto nativos representaram 67,3%. A presença de mulheres estrangeiras no mercado de trabalho, no embargo, foi menor que a de americanas nativas, sendo 54,3% e 57,6% respectivamente.

Vistos de trabalho

Os Estados Unidos oferecem diversos vistos para profissionais que desejam ingressar no mercado. O visto H1-B, por personeel, é direcionado para trabalhadores estrangeiros qualificados com emprego temporário nos EUA. Profissionais especializados em áreas como TI, finanças, contabilidade, arquitetura, engenharia, matemática, Ciências, medicina, entre outras, brancastoalhas se valer deste visto.

Os vistos H2-A são reservados para trabalhadores agrícolas estrangeiros temporariamente. Já o visto H-2B destina-se a trabalhadores temporários estrangeiros em campos não agrícolas para trabalhar nos Estados Unidos, como motoristas de caminhão, suporte de esqui, hotéis, resorts de praia ou parques de diversões. Os vistos P são usados, principalmente por artistas e atletas que irão aos EUA para compromissos temporários.

Atuante há 33 anos no mercado nacional e internacional, André Duek é um empresário com experiência na gestão de grandes empresas no Brasil como as marcas de moda Triton, forum e Tufi Duek. Nos EUA há 7 anos, consolidou, entre nighit negócios de sucesso, a Duek Realty que é uma boutique imobiliária e a primeira empresa de locação de motorhomes gerida por brasileiros no país, um Duek motorhomes. Fora do escopo empresarial, ainda foi comentarista esportivo nos canais ESPN Brasil, no grupo Bandeirantes e atualmente na plataforma global de streaming digital DAZN.

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Nós Participamos: Miami Herald Real Estate Survey 2019

A nossa socia e broker Carolina Lara Arashiro foi convidada para participar da pesquisa pelo terceiro ano consecutivo, junto com os melhores Top Producers, realtors, brokers e donos de imobiliarias.

Onde você deve morar? Você deve comprar ou alugar? Conheça o estudo anual do Jornal Miami Herald para o mercado imobiliário residencial de 2019.

Kendall e North Miami surgem como alguns dos melhores locais para compradores de imóveis residenciais no sul da Flórida. A região da Brickell continua sendo a principal e mais procurada área de Miami, assim como a mais valorizada. O constante aumento do tráfego de automóveis nas vias que levam ao centro de Miami desempenha um papel cada vez mais fundamental na decisão das pessoas em optar pela Brickell.

Em linhas gerais, os custos de habitação que estavam uma espiral crescente no condado de Miami-Dade, já demostraram que podem estar à beira de um arrefecimento.

Estas estão entre as principais descobertas do Estudo de 2019 do Jornal Miami Herald para o mercado imobiliário residencial no sul da Flórida, que está agora em seu quinto ano. O estudo foi conduzido pela empresa de pesquisa Bendixen & Amandi International entre os dias 1 de abril e 1 de maio de 2019. 100 dos principais corretores de Miami-Dade, agentes, analistas e especialistas foram entrevistados em inglês e espanhol para obter suas percepções sobre o atual mercado imobiliário. As entrevistas eram anônimas e cada entrevistado pôde falar livremente sobre suas percepções.

O estudo deste ano incluiu mais profissionais especializados mercados de imóveis como preço intermediário e aluguel, para refletir melhor a distinção entre os residentes locais, estrangeiros e investidores.

Clique na figura abaixo para ler o relatório resumido do estudo:

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Brasil está de volta: brasileiros lideram investimentos estrangeiros em imóveis no Sul da Flórida em 2018

Investimento estrangeiro subiu 22,5% para US $8,7 bilhões no ano passado, apesar de um declínio de 7,5% em casas adquiridas.

Os corretores de imóveis de Miami têm muitos motivos para estarem felizes cos compradores brasileiros porque eles dominam o volume de negócios imobiliários no Sul da Flórida, em meio a um aumento geral nos investimentos estrangeiros na região.

A turbulência política no Brasil e um dólar forte mantiveram os compradores longe do Sul da Flórida nos últimos anos, até agora. O Brasil sempre é classificado como um dos principais países compradores de imóveis no Sul da Flórida, de acordo com um novo relatório da Associação de Corretores de Imóveis de Miami.

Em 2018, os compradores internacionais gastaram cerca de $8.7Bi em propriedades nos condados de Miami-Dade, Broward e Palm Beach, sendo 22,5% acima dos $7,1 registrados em 2017. Compradores estrangeiros adquiriram cerca de 14.300 residências em 2018, aproximadamente 1,000 ou 7,5% menos propriedades do que 2017, ressaltado pelo relatório.

O Brasil classificou na 1ª posição pela primeira vez desde 2012, quando a associação começou a rastrear o investimento estrangeiro, representando 12% de total de aquisições estrangeiras de residências na região dos 3 condados do Sul da Flórida no ano passado. Colômbia e Venezuela empataram no segundo lugar com 11%, seguidos pela Argentina e Canadá com 8% cada; México, França e Itália com 4% cada; Reino Unido, China, Peru e Equador com 3% cada.

Em 2017, a Argentina liderou a lista, seguida pela Venezuela, Canadá e Colômbia. O investimento estrangeiro em bens imobiliários residenciais na área dos 3 condados em 2018 representou 54% de todas as vendas internacionais na Florida. Orlando foi o segundo mercado de vendas internacionais com 9,4%. Os países da União Europeia também representam cerca de 9,5% de todos os negócios imobiliários realizados no Sul da Flórida, de acordo com o relatório.

Link de origem | Por Katherine Kallergis | 09 de abril de 2019

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Revitalização Miami Beach Convention Center.

A renovação do Miami Beach Convention Center está certo para a conclusão. O redesign, que caracteriza 500 as aletas de alumínio que são influenciadas por ondas de oceano, foi projetada por arquitetos de Fentress. Miami Beach Convention Center possui 1,4 milhões SF de desenvolvimento total, incluindo um salão de exposição 500.000 SF, 4 salões e 127.000 SF de espaço para reuniões. A renovação também trará uma tela multimídia contemporânea e iluminação futurista sobre os tetos de salão. A construção deverá ser concluída até dezembro de 2018 para Art Basel e construção no parque adjacente, a peça final da renovação, deve começar em breve.





Link de origem, de PROFILEmiami

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Eleitores aprovam Convention Center Hotel

Na eleição altamente esperada na noite de terça-feira, residentes de Miami Beach aprovaram a construção de um hotel de centro de convenções de 800 quartos. O referendo precisava de um voto de 60 por cento, a fim de locação de terras públicas da cidade e passou a 64 por cento em sua terceira tentativa de trazer um hotel sede para Miami. O Hotel será construído em um parque de estacionamento de propriedade da cidade adjacente ao recém-renovado centro de convenções.

South Beach residente Andres Montejo, 43, disse que o Hotel Centro de convenções foi uma das questões que o levou às urnas. Montejo, um empresário que viaja frequentemente para o trabalho, disse que as outras cidades que ele visita já têm Hotéis conectados a seus centros de convenções.

“Um centro de convenções é grande, mas sem um hotel é apenas mais um centro de convenções”, disse ele depois de lançar sua cédula em Miami Beach Senior High School. “Qualquer um que viaja… Você sabe que é assim que o jogo funciona. É assim em todo o mundo. “

Outros residentes, irritados com o fluxo constante da construção e o ruído e o tráfego resultantes na área, decidiram votar de encontro ao hotel.

O grupo por trás da proposta-Turnberry ‘ s Jackie Soffer, David Martin do grupo terra, Miami Design District Craig Robins e arquitetura enfatizou que o Hotel seria mais curtos do que a proposta anterior e inclua seis vezes mais espaço para que os carros enfileirem na propriedade de modo que não atrapalhem na rua.

“Este é o projeto certo para a nossa cidade no momento certo, e Jackie, Craig e eu estamos ansiosos para trabalhar com a Comunidade para entregar um hotel que vai fazer Miami Beach orgulhoso”, disse o desenvolvedor David Martin.

Em uma votação relacionada, os moradores votaram para Earmark os pagamentos garantidos aluguel de hotéis para medidas de redução de tráfego, projetos de águas pluviais e iniciativas de educação, ao invés de enviar o dinheiro para o fundo geral da cidade, onde poderia ser usado para uma gama mais ampla de despesas.

De acordo com os termos do contrato de locação, o hotel terá que pagar Miami Beach ou aluguel fixo ao longo dos primeiros 10 anos ou uma percentagem da receita do Hotel, o que for maior. Miami Beach estima que a cidade também irá o suficiente em impostos do Hotel ao longo dos próximos 30 anos.

Link de origem, de PROFILEmiami

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